Sinais
de alarme
Scheilla
Há dez sinais vermelhos, no caminho da experiência,
indicando queda provável na obsessão:
quando
entramos na faixa da impaciência;
quando
acreditamos que a nossa dor é a maior;
quando
passamos a ver ingratidão nos amigos;
quando
imaginamos maldade nas atitudes dos companheiros;
quando
comentamos o lado menos feliz dessa ou daquela pessoa;
quando
reclamamos apreço e reconhecimento;
quando
supomos que o nosso trabalho está sendo excessivo;
quando
passamos o dia a exigir esforço alheio, sem prestar o
mais leve serviço;
quando
pretendemos fugir de nós mesmos, através do álcool
ou do entorpecente;
quando
julgamos que o dever é apenas dos outros.
Toda
vez que um desses sinais venha a surgir no trânsito de
nossas idéias, a Lei Divina está presente, recomendando-nos
a prudência de amparar-nos no socorro da prece ou na luz
do discernimento.
Sinais
Sua conversação dirá das diretrizes que
você escolheu na vida.
Suas
decisões, nas horas graves, identificam a posição
real de seu espírito.
Seus
gestos, na luta comum, falam de seu clima interior.
Seus
impulsos definem a zona mental em que você prefere movimentar-se.
Seus
pensamentos revelam suas companhias espirituais.
Suas
leituras definem os seus sentimentos.
Seu
trato pessoal com os outros esclarece até que ponto você
tem progredido.
Suas
solicitações lançam luz sobre os seus objetivos.
Suas
opiniões revelam o verdadeiro lugar que você ocupa
no mundo.
Seus
dias são marcas no caminho evolutivo. Não se esqueça
de que compactas assembléias de companheiros encarnados
e desencarnados conhecem-lhe a personalidade e seguem-lhe a
trajetória pelos sinais que você está fazendo.
Xavier,
Francisco Cândido. Da obra: Agenda Cristã.
Ditado pelo Espírito André Luiz.
Edição de Bolso. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1999.